Mostrando postagens com marcador 2010. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2010. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Os números da internet em 2010.

Sabe quantos emails foram enviados durante o ano passado? E quantos novos sites surgiram?

A Pingdom, uma empresa sueca de monitoramento de sites, publicou em seu site um levantamento com dados de fontes diversas da web mostrando em números o que foi a internet em 2010. Escolhemos alguns desses indicadores - tiramos aqueles que eram só sobre os Estados Unidos - e produzimos um infográfico pra facilitar a visualização. Confira:

ÉPOCA
O que você achou?

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Veja quais foram os games, filmes e séries mais pirateados de 2010.


As listas se referem apenas a downloads feitos por torrents o que já é muito significativo.
Apesar de ter sido desbloqueado em 2010 o PS3 não chegou a aparecer na lista.
Alguns games como Alan Wake e Dantes Inferno tiveram número de downloads muito superiores aos de venda.
Em comparação com 2009 o número de downloads ilegais de séries caiu muito, provável reflexo do surgimento de meios legais de assistir e baixar seriados online como o Hulu e Netflix.
Filmes
1. Avatar (16.580.000 downloads)
2. Kick-Ass: Quebrando Tudo (11.400.000 downloads)
3. A Origem (9.720.000 downloads)
4. Ilha do Medo (9.490.000 downloads)
5. Homem de Ferro 2 (8.810.000 downloads)
6. Fúria de Titãs (8.040.000 downloads)
7. Zona Verde (7.730.000 downloads)
8. Sherlock Holmes (7.160.000 downloads)
9. Guerra ao Terror (6.850.000 downloads)
10. Salt (6.700.000 downloads)
Séries
1. Lost – 5.940.000 – 13. 570.000
2. Heroes – 5.480.000 – 5.300.000
3. Dexter – 3.880.000 – 2.540.000
4. The Big Bang Theory – 3.270.000 – 16.310.000
5. House – 2.610.000 – 14.210.000
6. How I Met Your Mother – 2.490.000 – 10.520.000
7. 24 Horas – 2.240.000 – 11.500.000
8. True Blood – 1.920.000 – 5.440.000
9. Glee – 1.700.000 – 13.660.000
10. Family Guy – 1.620.000 – 7.730.000
Games//XBOX 360
1. Dante’s Inferno (1,280,000)
2. Alan Wake (1,141,000)
3. Red Dead Redemption (1,060,000)
4. Halo Reach (990,000)
5. Call of Duty: Black Ops (930,000)
Games//PCs
1. Call of Duty: Black Ops (4,270,000)
2. Battlefield: Bad Company 2 (3,960,000)
3. Mafia 2 (3,240,000)
4. Mass Effect 2 (3,240,000)
5. Starcraft II (3,120,000)
Games//Wii
1. Super Mario Galaxy 2 (1,470,000)
2. Wii Party (1,220,000)
3. Donkey Kong Country Returns (920,000)
4. Kirby’s Epic Yarn (880,000)
5. Red Steel 2 (850,000)

fonte:TorrentFreak.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Uma seleção de notas dez do ano de 2010.



Na despedida de 2010, você relê uma seleção de notas dez, digamos, com louvor, atribuídas a programas e atores. Como o espaço é limitado, outros destaques foram deixados de fora. Para o bem do público, foi um ano com muito para se elogiar. Salve 2011. Nota 10 para ...
Para Michel Melamed, pelo André Newmann de “Afinal, o que querem as mulheres?”, série de Luiz Fernando Carvalho. Ele fez um ótimo trabalho, transitou entre o sonho e a realidade.
Para “A cura", com Selton Mello, também é nota dez pelo conjunto. A história de João Emanuel Carneiro e Marcos Bernstein foi eletrizante, o elenco, um espetáculo e a trilha, idem. A direção foi de Ricardo Waddington e Gustavo Fernandez
Para os repórteres da Globo que participaram da cobertura da retomada do Complexo do Alemão. Bette Lucchese, por exemplo, foi a primeira a entrar e fazer imagens lá. Ficou muito bom e emocionante.
Para Nathalia Dill, pela Viviane de “Escrito nas estrelas”, novela de Elizabeth Jhin. É a segunda mocinha da atriz em pouco tempo (teve a Santinha de "Paraíso") e ela construiu uma personagem totalmente diferente.

Para Eva Wilma, pela Beatriz de “Araguaia”, novela de Walther Negrão, dirigida por Marcos Schechtman. A atriz vem se destacando com esta personagem o que, aliás, não é surpresa, claro. Todo mundo conhece seu talento.
Para Sabrina Sato, que arrasou na entrevista com Justin Bieber no “Pânico”, da Rede TV!. Fez com que ele dançasse “Ah, muleke” e tocasse berimbau. E não perdeu o rebolado com a falta de cavalheirismo do garoto.
Para o programa “Que marravilha”, com Claude Troisgros no GNT. O chef/apresentador está cada vez melhor: ele aprendeu a ser rígido sem perder a ternura. Além disso, a trilha é inspirada.
Para “Clandestinos — O sonho começou”, programa excelente derivado da peça de teatro de João Falcão. O texto e a direção são ótimos e o fato de a série apresentar novos talentos para o público, uma outra grande qualidade.
Para Miguel Falabella, por “A vida alheia”, seriado que arrasou nas noites de quinta-feira na TV Globo. O programa teve um equilíbrio bom e estranho (no bom sentido) de humor com veneno.
Para a estreia da segunda temporada de “The good wife” no Universal. A série é incrível e o primeiro episódio, cheio de emoções. Tudo é bom: dos roteiros às interpretações. Só deveriam pegar mais leve na duração dos intervalos.





Para Mariana Ximenes. A atriz se destacou em “Passione”, novela de Silvio de Abreu
Para o “CQC”, da Band. É sempre bom, mas esse ano teve Caetano Veloso arrasando no “CQteste”, Felipe Andreolli gastando o italiano na Copa da África e deputados dando show de ignorância. Foi bom.
Para a mais recente temporada de “Desperate housewives”. Nem as confusões eventuais que o Sony faz com as legendas conseguem ofuscar o brilho da série, que ainda tem fôlego de sobra.
Para o novo visual da Globo News. O resultado ficou bonito e muito mais elegante. Além disso, as vinhetas antigas estavam no ar havia anos, desde a estreia do canal. Já estava mais do que hora de renovar.
Para Vera Holtz (Candê) e Daisy Lúcidi (Valentina) em “Passione”. Quando houve o embate das personagens, teve ódio à vontade, mas na medida. Elas sempre dão show na novela de Silvio de Abreu.
Para “Bela, a feia”, novela da Record-Televisa. Ao longo de sua exibição, com Gisele Itié como protagonista, houve altos e baixos, mas, no geral, a produção teve bom elenco e a história achou um caminho.
Para “Separação?!”, com Débora Bloch e Vladimir Brichta. Escrito por Alexandre Machado e Fernanda Young e dirigido por José Alvarenga Jr., o programa divertiu e ainda ajudou a matar (um pouco) as saudades de “Os normais”.
Para “Assunto: drible”, de Pedro Bial, exibido na Globo News. O programa teve um formato criativo e promoveu um debate inteligente e divertido para todos os públicos sobre um tema oportuno.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...