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terça-feira, 10 de maio de 2011

Falha no Facebook pode ter tornado públicos dados privados de usuários.

Uma brecha na forma que o Facebook autoriza os aplicativos instalados pelos internautas a interagir com seus perfis na rede social pode ter vazado dados dos usuários, segundo nota divulgada nesta terça-feira pela empresa de seguraça Symantec.

De acordo com a criadora do antivírus Norton, cerca de 100 mil aplicativos compatíveis com o Facebook tinham um bug - já corrigido pelos programadores da rede social - que liberava o acesso ao conteúdo protegido para anunciantes e serviços de medição de acesso terceirizados, entre outros.

Segundo a empresa, o a "chave" ou código autorizador (chamado de token) de cerca de 100 mil aplicativos pode ter sido compartilhada com publicitários por acidente, o que permitiu o acesso a dados e fotos do perfil, por exemplo, e a qualquer outra informação que o programa estava autorizado a acessar. O bug foi corrigido pelos desenvolvedores da rede social

“Tememos que muitos desses tokens podem ainda estar registrados em logs de servidores de terceiros ou ainda sendo usados por anunciantes. Usuários de Facebook preocupados podem modificar a senha para invalidar os tokens vazados”, afirmou a Symantec, em nota assinada pelos especialistas Nishant Doshi e Candid Wueest.

O problema existe apenas no protocolo antigo de autenticação de apps no Facebook que, apesar de já ter um sucessor no qual a brecha não existe, ainda é usado por milhares de apps. O erro foi confirmado e corrigido pela rede social, segundo a fabricante de antivírus, mas códigos de autorização funcionais ainda podem estar circulando. Somente a troca de senha é capaz de desativar esses códigos.

A Symantec explica que um app obtém do Facebook o código de acesso diretamente na URL e que, quando a página do app carrega outros recursos – como uma imagem de um servidor externo ou uma peça publicitária – esse código é vazado por meio do recurso conhecido como “HTTP Referrer”. É uma função dos navegadores que avisa o site B quando o internauta o acessa a partir de um link (referência) do site A.

O código autorizador possui apenas permissões limitadas – as mesmas que o usuário autoriza o app a realizar. No entanto, o vazamento pode ter dado a anunciantes o acesso a dados restritos dos internautas – o que seria uma violação da política de privacidade do Facebook, que nega o compartilhamento de dados com publicitários.

A maioria dos tokens expira logo depois de serem usados, mas alguns são cadastrados como “tokens off-line”, que continuam funcionando mesmo quando o usuário sai do Facebook. Esses tokens tem validade indefinida e podem ser os mais utilizados para o vazamento.

A Symantec estima que 100 mil apps tenham o bug. O Facebook acredita que nenhum dado foi obtido sem autorização, e o problema já estaria corrigido.

Fonte: UHTV!

sexta-feira, 11 de março de 2011

Facebook causa divórcio.

Advogados especializados em divórcio nos EUA estão observando um fenômeno interessante: boa parte dos casais que pedem separação estão começando a apontar o Facebook como causa do fim do casamento.
Segundo o jornal The Guardian, mesmo com as taxas de divórcio permanecendo estáveis nos últimos anos, os advogados e acadêmicos especializados em separação começam a apontar o Facebook como principal causa dos problemas de relacionamento que levam ao divórcio. O fenômeno está levando advogados a pedir acesso às páginas dos seus clientes nas redes sociais antes de começar o processo judicial de separação.
Uma pesquisa conduzida pela Academia Americana de Advogados Matrimoniais (AAML, na sigla em inglês), descobriu que de cada cinco advogados, quatro citaram aumento nos casos de pedidos de divórcio causados por redes sociais, com o Facebook à frente.
Um dos fatores causadores de divórcios são as contradições entre o discurso de uma das partes do casal e seu comportamento nas redes sociais. Um exemplo presente entre as estatísticas da AAML é o de pessoas que negam para seus cônjuges que consomem drogas ilícitas, mas na rede social falam abertamente sobre o uso de maconha. Isso pode pesar inclusive na disputa pela guarda dos filhos, segundo o estudo.
Conexões com velhos amigos dos tempos do colégio aliada à fragilidade do casamento atual é outro exemplo de “destruidor de lares” citado por especialistas como o psicólogo e conselheiro matrimonial Dr. Steven Kimmons: “se esse velho conhecido está disponível afetivamente as conexões podem se tornar mais ativas”, diz Kimmons. Mas considerando que o número de pedidos de divórcio continua estável, pode-se inferir que o uso do Facebook – ou qualquer outra rede social - não é a causa do divórcio. Trata-se apenas de um possível agravante em uma relação que já não vai bem.
Um portavoz da rede social diz ser “ridículo sugerir que o Facebook leva ao divórcio”. Para ele, “seja em um casamento ou um divórcio, o Facebook é apenas um meio das pessoas se comunicarem, como cartas, telefonemas ou emails”.

FONTE:UHTV!

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Cauã Reymond consegue perfil de volta e não vai mais processar o Facebook.


Divulgação

Cauã Reymond havia ameaçada entrar com um processo contra o Facebook, após ter seu perfil oficial excluído. O ator contava com 5 mil amigos, e a equipe da rede social disse que a exclusão ocorreu porque devem ter confundido seu perfil com um falso.
Depois da confusão, Cauã conseguiu o seu perfil de volta, e comemorou. “Felizmente a equipe do Facebook se tocou de que este era o meu perfil verdadeiro (mas antes tive que escanear minha carteira de identidade e enviar para eles). Agora vocês já sabem. Os outros são todos falsos. Podem denunciar. Ah, e agora que reconheceram o erro, não irei mais entrar com ação”, escreveu.
Mas a equipe do Facebook aconselhou o artista a não ter um perfil, e sim uma página, em que os fãs possam adicioná-lo, sem necessidade de aprovação por sua parte. “Farei isso assim que aprender, aí poderei me comunicar com todos diretamente”, comentou Cauã. Tomara que ele aprenda rápido, para evitar mais confusões como esta.
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