
Em todos os países se verifica a existência de um padrão, muito próximo ao daqui, mas que simplesmente despreza os detalhes desnecessários. O replay é usado com bom senso, só em lances importantes e bola parada, para não comprometer o andamento do jogo.
O serviço oferecido ao telespectador é da mais alta qualidade. Nas transmissões dos nossos campeonatos não é muito diferente. O número e posicionamento de câmeras são praticamente os mesmos, todas com as suas funções e distâncias definidas.
O problema começa no algo a mais, que em nada altera o resultado da partida. No exagero da repetição de lances e requintes como colocar microfones em frente ao banco dos treinadores, que só conseguem captar os seus palavrões.
Em muitas vezes, no caso de alguns deles, o cidadão é obrigado a tirar as crianças da sala.
Também na transmissão do futebol, o supérfluo deve ser dispensado. Nada como arroz com feijão bem temperado.
Essas informações são do colunista Flávio Ricco com colaboração de José Carlos Ner.
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